María de Fátima Silva
El silencio, como expresión de sentimientos y emociones, adquirió un lugar privilegiado en la lite-ratura griega, sobre todo en la tragedia. En sus parodias del arte rival, el comediógrafo Aristófanes atribuía a Esquilo una notable pericia en el uso de este recurso. Pero el testimonio de tragedias conservadas y fragmentarias no deja lugar a dudas sobre la expansión que el silencio tuvo en la escena de Sófocles y Eurípides. Dados los límites de esta reflexión, centraremos nuestro análisis en algunos ejemplos exitosos de silencios femininos
Silence, as expression of feelings and emotions, gained a privileged place in Greek literature, particularly in tragedy. In his parodies of the rival art, the comedian Aristophanes attributed to Aeschylus a remarkable expertise in using this resource. But the testimony of preserved and frag-mentary tragedies leaves no doubt about the expansion that silence had on the stage of Sophocles and Euripides. Given the limits of this reflection, we will focus our analysis on some successful examples of female silences
O silêncio, como expressão de sentimentos e emoções, ganhou um lugar privilegiado na literatura grega, com particular destaque para a tragédia. Nas suas paródias à arte rival, o comediógrafo Aristófanes atribuiu a Ésquilo uma perícia notável na utilização desse recurso. Mas o testemunho de tragédias conservadas e fragmentárias não deixa dúvidas sobre a expansão que o silêncio teve na cena de Sófocles e de Eurípides. Dados os limites desta reflexão, centraremos a nossa análise em alguns exemplos bem sucedidos de silêncios femininos