Palma de Mallorca, España
Alcalá de Henares, España
Las aproximaciones aquí reunidas indagan en narrativas contemporáneas hispánicas y latinoamericanas que tensionan las formas convencionales de construcción memorialística. Se trata, por tanto, de observar cómo se desarrollan estas reinterpretaciones del pasado en las voces de sujetos que han sido históricamente subalternizados y, por tanto, excluidos/as de lo comúnmente aceptable, posible o válido. Frente a un campo literario que favorece discursos patriarcales, masculinos (y masculinizados), burgueses, urbanos, heterocentristas y occidentalizados, ponemos en primer término aquellos que son críticos con el statu quo institucionalizado al ofrecer miradas periféricas o disruptivas en cuestiones de clase, género, procedencia geográfica, clase social o ideología.
The approaches gathered here explore contemporary Hispanic and Latin American narratives that challenge conventional forms of memoir writing. The aim, therefore, is to observe how these reinterpretations of the past are developed in the voices of subjects who have been historically subalternised and, therefore, excluded from what is commonly acceptable, possible or valid. In the face of a literary field that favours patriarchal, masculine (and masculinised), bourgeois, urban, heterocentric and westernised discourses, we bring to the fore those that are critical of the institutionalised statu quo by offering peripheral or disruptive views on issues of class, gender, geographical origin, social class or ideology.
As abordagens aqui reunidas investigam narrativas hispânicas e latino-americanas contemporâneas que tensionam as formas convencionais de construção memorialística. O objetivo, portanto, é observar como essas reinterpretações do passado se desenvolvem nas vozes de sujeitos historicamente subalternizados e, por isso, excluídos do que é comummente aceitável, possível ou válido. Perante um campo literário que privilegia os discursos patriarcais, masculinos (e masculinizados), burgueses, urbanos, heterocêntricos e ocidentalizados, trazemos para primeiro plano aqueles que são críticos do statu quo institucionalizado, oferecendo visões periféricas ou disruptivas sobre questões de classe, género, origem geográfica, classe social ou ideologia.